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11/02/2017

José Aníbal palestra no Sindipeças sobre os principais desafios do Congresso Nacional em 2017

Senador falou sobre as medidas e propostas prioritárias do governo e do Parlamento para retomar o desenvolvimento e o crescimento no Brasil

O senador José Aníbal foi o palestrante convidado do Encontro Inaugural do Comitê de Relações Governamentais do SINDIPEÇAS (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), realizado em São Paulo nesta sexta-feira (10).

José Aníbal falou por mais de uma hora sobre os desafios que o Brasil precisa enfrentar para voltar a crescer e a gerar emprego e renda. Segundo o senador, o País perdeu uma grande janela de oportunidade na primeira década desse século. “Houve uma euforia com a estabilização da economia e o boom das commodities, só que essa euforia não veio seguida de políticas de contemporização e modernização do Brasil. Nosso sistema tributário e nossas legislações trabalhista e previdenciária precisam de reformas urgentes. Estamos na pré-história em comparação a outros países”, afirmou.

Na avaliação do senador, a superação definitiva das crises que acometeram o País desde 2015 depende de uma ação ainda mais forte do Parlamento. “Política no Brasil hoje é votar, votar e votar, não importa o que aconteça em relação à Lava Jato. Desde que o governo Temer assumiu já aprovamos DRU, PEC do Teto, Novo Simples, novas regras de exploração do pré-sal. Vamos votar as reformas previdenciária e trabalhista ainda no primeiro semestre e a tributária no segundo. E não é só isso, tem muito mais coisa que a gente pode e deve votar.” disse.

José Aníbal destacou que o cenário ainda é imprevisível, mas ressaltou que o governo já está tomando iniciativas também na microeconomia para acelerar a recuperação. “O presidente Michel Temer já anunciou redução dos juros do cartão de crédito, liberação do dinheiro do FGTS de contas inativas, o BNDES voltou a emprestar para quem realmente precisa. Agora existe a possibilidade de um seguro cambial para concessões que vai ajudar na retomada de investimentos internacionais. Estamos estimulando tudo o que podemos. Fico indignado quando ouço que o País não pode dar certo. Claro que pode. Acredito na convicção expressa pelo presidente de que vamos recolocar o País nos trilhos”, complementou o senador.

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