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07/02/2017

José Aníbal defende urgência de reformas estruturantes no Brasil

Reformas tributária, trabalhista e previdenciária são consideradas essenciais para a retomada do crescimento no País e devem dominar a agenda no Parlamento ao longo do ano

Promovido pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV) e a Liderança do PSDB na Câmara, o ciclo de debates sobre os desafios do Congresso Nacional para 2017 começou nesta terça-feira (7) e irá até quinta (9), tendo como tema as reformas tributária, da legislação trabalhista e da Previdência. Após o primeiro dia de encontro, o senador José Aníbal (PSDB-SP), presidente do ITV e um dos condutores da cerimônia, reafirmou a urgência e a importância das reformas estruturantes para o futuro do País.

Segundo Aníbal, as questões levantadas no encontro são “muito relevantes” e os parlamentares precisam fazer bons debates sobre as propostas, com o propósito de identificar o que é melhor para o Brasil no momento.

“São muito importantes esses debates para o municiamento dos próprios parlamentares, mas sobretudo para que eles possam conversar com seus eleitores, com a sociedade, mostrar a urgência da reforma tributária, simplificação do sistema tributário nacional, menos guerra fiscal, mais solidariedade fiscal entre os agentes públicos”, explicou.

Em relação à reforma trabalhista, além de ressaltar as consequências positivas para os trabalhadores, o senador reiterou a necessidade de mudanças na legislação, assim como já ocorreram em diversos países. “O último país a fazer mudanças foi a França. Os Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Japão e Coreia já têm [alterações]. É uma legislação com flexibilidade, que tem as alternativas compensatórias dessa flexibilidade e não penaliza em nada o trabalhador. Ao contrário, favorece o trabalho e o trabalhador na medida em que assegura o emprego”, apontou.

O presidente do ITV destacou ainda a importância da reforma da Previdência, tema do último dia do ciclo de debates. Na avaliação dele, é uma “questão de sustentabilidade”.

“Nós vimos com pesar a situação da Grécia e de Portugal, que tiveram que cortar linearmente os benefícios e aposentadorias. Agora, o Rio de Janeiro está sem condições de pagar seus aposentados. Não estamos muito longe disso se não fizermos uma mudança que dê sustentabilidade à Previdência, que garanta a todos os que estão aposentados e aqueles que vão se aposentar a segurança de que receberão seus dividendos, suas aposentadorias e seus benefícios”, completou.

*Com informações da Rede 45

Foto: Gerdan Wesley

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